IZA estreia clipe com Maejor

  • 22/05/2020
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IZA estreia clipe com Maejor

Clipe novo da IZA, para Let Me Be The One, integra campanha que dá visibilidade para refugiados e visa alcance em todo o planeta.

Saiu o clipe de “Let Me Be The One”, a música nova da IZA, em parceria com o rapper americano Maejor. IZA estreou em seu canal no Youtube nesta quinta (21/5). Dirigido por Felipe Sassi, colaborador recorrente da videografia da popstar, o clipe mostra o encontro dos artistas com refugiados no Brasil. O elenco conta com pessoas da República do Congo, da Síria, da Venezuela e da China, por exemplo. A drag queen Thereza Brown também aparece. Confira:

que dá voz a versos em inglês e em português nesta canção.

IZA ficou muito feliz com o convite para se tornar embaixadora dessa campanha. Ela considera essa uma luta pessoal. “Mais da metade dos refugiados é negra”, ela faz questão de destacar, “a gente já sabe que a população negra é a que mais vive em vulnerabilidade nesse país, então para mim aquela gravação foi um presente. É muito doido conseguir fazer alguma coisa social através daquilo que mais amo, que é a música”.


(Foto: Divulgação / Rodolfo Magalhães)

IZA explica conceito do clipe

Gravado em um estúdio em São Paulo, o clipe traz uma pilha de roupas e um caminho de sapatos usados no cenário, contrastando com os figurinos sofisticados de IZA e Maejor. IZA explica o conceito ao POPline. “A gente quis fazer uma metáfora de que nós somos a estrutura. Nós que construímos tudo. Nós que elevamos os pilares da sociedade. É como se aquelas roupas fossem pessoas. Aquele caminho de sapatos é uma metáfora para explicar que nosso caminho é um só. Todo mundo começa de um jeito e vai terminar do mesmo jeito”, comenta.

Como diz o título da campanha, #BeTheOne, IZA queria mostrar que “todos somos um”. O clipe é fundamental para que o público visualize a mensagem com clareza.

“Quando a gente constrói aquele muro e ele cai, o que queremos mostrar é que juntos nós todos podemos fazer a diferença. A gente precisa abraçar a diferença. Dentro do nosso individualismo, somos seres coletivos e é disso que a gente precisa lembrar sempre”

(Foto: Divulgação / Rodolfo Magalhães)

Como rolou essa colaboração com Maejor?

IZA – Foi um convite da Humanity Lab e da ONU. A Humanity Lab elaborou essa campanha #BeTheOne e queria convidar artistas que pudessem dar voz e serem embaixadores. Não foi uma campanha que partiu de mim, o que me deixa muito lisonjeada. Fico muito feliz de poder fazer parte de uma coisa tão incrível, com pessoas tão incríveis envolvidas. O Maejor é um artista maravilhoso, super envolvido com várias causas. Poder juntar a música com algo social tão importante me deixou muito feliz.

A pandemia atrapalhou?

IZA – A gente gravou o clipe no dia 13 ou 14 de fevereiro e estava com o lançamento marcado para 20 de março. Quando a gente recebeu a notícia da pandemia, a gente parou. Estou desde 14 de março em casa. A gente não sabia o que ia acontecer, já sabia que ia adiar porque ninguém estava sabendo quanto tempo iríamos ficar nisso. Essa campanha tinha como planejamento algumas ações – viagens – por ser uma campanha da ONU. Adiaram para ver se a gente conseguiria tirar isso do papel quando tudo acabasse, mas estamos sem previsão até agora. Depois de remarcar, caiu no dia 21. Pode parecer que foi um contratempo, mas nesse clipe a gente está falando de empatia, respeito, abraçar as diferenças, responsabilidade com o meio ambiente e com o consumo. Acho que todas essas mensagens vêm num momento muito propício. Muito doido, né?

Você está cantando em inglês e em português. A música vai ser trabalhada fora do Brasil?
IZA – Essa música já é uma campanha mundial da ONU. A gente vai fazer esse lançamento por todo o mundo. É muito mais do que uma canção. É o tema da campanha. Vai ser um ano trabalhando essa campanha, como embaixadora. Eu e o Maejor, também como embaixador. O foco mesmo são os pilares da campanha. A música chegou para mim toda em inglês. Quando falei com o Maejor, ele me enviou a música toda em inglês e me deixou livre para fazer o que eu quisesse. Eu quis muito escrever em português, porque acho que era uma mensagem muito importante para ser passada no Brasil. Queria muito que as pessoas se inteirassem. E o português é uma língua tão bonita. Fico feliz que as pessoas vão ouvir português em outros lugares do mundo.

Entrevista para o Portal POPline

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