Prefeito de Pirassununga é cassado após condenação por assediar e beijar mulheres à força

  • 19/02/2020
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Prefeito de Pirassununga é cassado após condenação por assediar e beijar mulheres à força

Em uma sessão de pouco mais de sete horas de duração, a Câmara Municipal de Pirassununga julgou o Processo n° 01/2019 – Comissão Processante n° 01/2019, que visou apurar os fatos apresentados na denúncia contra o prefeito municipal Ademir Alves Lindo por infração ao inciso X, do artigo 4º do Decreto Lei 201/67. Ao final, os vereadores decidiram pela cassação do mandato eletivo por ter agido de modo incompatível com a dignidade e o decoro.

O placar final da votação foi de 7 votos a 3, sendo que foram favoráveis à cassação os vereadores Jeferson Couto, José Castro, Luciana Batista, Paulo Rosa, Sidnei do Gás, Vitor Naressi e Wallace Bruno. Foram contrários à cassação os vereadores Nelson “Bilo” Pagoti, Paulinho do Mercado e Léo Sampaio.

Logo após proferido o resultado, o vice-prefeito Dr. Milton Dimas Tadeu Urban assinou o termo de posse e assumiu a Prefeitura de Pirassununga. Logo após, ele se dirigiu ao Paço Municipal. Em entrevista à Rádio Mundial FM, ele afirmou: “Assumo o cargo com muita responsabilidade. Não da forma que gostaria, mas minha função de vice-prefeito é essa, assumir o cargo caso algo aconteça”. Segundo Dr. Dimas, ele não deverá fazer mudanças no secretariado.

HistóricoNo último dia 25 de novembro a Câmara de Pirassununga recebeu a denúncia apresentada pelo vereador Edson Sidinei Vick e formou uma Comissão Processante (CP), para investigar o prefeito Ademir Lindo.

A denúncia apresentada pelo vereador Vick tem como fundamento a decisão judicial em 2ª instância, objeto do processo promovido pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, que remete a episódios de assédio sexual que o prefeito, em tese, teria cometido contra mulheres na sede da prefeitura entre os anos de 2005 e 2010.

Para Vick, Ademir Lindo violou o inciso 10 do artigo 4º do Decreto-Lei 201/1967, decorrente de atos incompatíveis com a dignidade e o decoro.

Após a formação da comissão através de sorteio, foram nomeados para participar dela a vereadora Luciana Batista (presidente) e os vereadores Wallace Ananias (relator) e Paulo Sérgio Soares da Silva (membro). A comissão processante teve 90 dias para apurar a denúncia e apresentou nesta terça-feira (18) ao plenário.


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